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segunda-feira, 13 de abril de 2009

http://www.pernambucosebonet.com.br/loja/



PENAMBUCOSEBONET

Olá caros amigos leitores do blog escribens, venho com muito entusiasmo informar a vocês que nosso estado, Pernambuco, agora pode contar com o primeiro sebo totalmente virtual.
Dispondo de um amplo acervo literário, o amigo pode encontrar os mais diversos títulos e gêneros como: literatura brasileira e universal, culinária, astrologia, HQs, administração, informática, gramática e produção textual, como vários outros. Visitem o primeiro sebo pernambucano totalmente virtual.

CANON ROCK by sori1004jy

Já faz algum tempo que venho acompanhando uma certa garota, coreana, ao tocar violino no site www.youtube.com. Pensei certo dia quanto a ela assim que a ouvi: "Nossa, que som maravilhoso! Quanta simplicidade ao tocar, sejam músicas eruditas ou músicas contaporâneas como rock, baladas, bossa nova, boleros, etc. Maravilhoso!".
Gostaria de compartilhar com vocês, caros amigos, um pouco do sentimento a mim transmitido por sua música.



Caso queiram desfrutar mais de seu talento, o endereço é: http://www.youtube.com/watch?v=_UqYMXWINDo&feature=related

domingo, 26 de outubro de 2008

VEM SENTAR-TE COMIGO LÍDIA

Vem Sentar-te Comigo

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento —
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço.

Ricardo Reis - Odes De Ricardo Reis

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

NUM MEIO-DIA DE FIM DE PRIMAVERA

Alberto Caeiro

VIII - Num Meio-Dia de Fim de Primavera


Num meio-dia de fim de primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se de longe.
Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
No céu era tudo falso, tudo em desacordo
Com flores e árvores e pedras.
No céu tinha que estar sempre sério
E de vez em quando de se tornar outra vez homem
E subir para a cruz, e estar sempre a morrer
Com uma coroa toda à roda de espinhos
E os pés espetados por um prego com cabeça,
E até com um trapo à roda da cintura
Como os pretos nas ilustrações.
Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
Como as outras crianças.
O seu pai era duas pessoas
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque não era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.

Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!

Um dia que Deus estava a dormir
E o Espírito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o sol
E desceu pelo primeiro raio que apanhou.

Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas pelas estradas
Que vão em ranchos pela estradas
com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.

A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as cousas.
Aponta-me todas as cousas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.

Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar no chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espírito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou —
"Se é que ele as criou, do que duvido" —
"Ele diz, por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres."
E depois, cansados de dizer mal de Deus,
O Menino Jesus adormece nos meus braços
e eu levo-o ao colo para casa.
.............................................................................
Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é o humano que é natural,
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.

E a criança tão humana que é divina
É esta minha quotidiana vida de poeta,
E é porque ele anda sempre comigo que eu sou poeta sempre,
E que o meu mínimo olhar
Me enche de sensação,
E o mais pequeno som, seja do que for,
Parece falar comigo.

A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E a outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é o de saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.

A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direção do meu olhar é o seu dedo apontando.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.

Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.

Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo um universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.

Depois eu conto-lhe histórias das cousas só dos homens
E ele sorri, porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos-mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do sol
A variar os montes e os vales,
E a fazer doer nos olhos os muros caiados.

Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo-o lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.

Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate as palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.
......................................................................
Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.
.....................................................................
Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam?

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

FILME QUE RECOMENDO, " A VOZ DO CORAÇÃO"


Distribuidora: PLAYARTE PICTURES ENTRETENIMENTO LTDA
Diretor: BARRATIER, CHRISTOPHE
Elenco: JUGNOT, GERARD
Elenco: MERAD, KAD

Sinopse:

Um internato para meninos órfãos e 'socialmente desajustados' é dirigido com mãos de ferro pelo inflexível Sr. Rachin, a quem os garotos temem, mas não respeitam. Quando o prefessor Clément Mathieu chega para dar aulas, encontra crianças e adolescentes hostis e difíceis de disciplinar, acostumados a combater os métodos repressivos do internato. Com sua formação musical, entretanto, Mathieu forma um coral, revolucionando os métodos de ensino locais da época. O professor recupera sua veia musical e volta a compor, revela um grande talento que viria a se tornar um importante maestro, e muda para sempre a vida dos estudantes. Mas, infelizmente, nada disso acontece sem que professor e alunos tenham que enfrentar sérios obstáculos, e pagar um alto preço por sua ousadia.

Pesquise em:
www.livrariacultura.com.br
www.livrariasaraiva.com.br

UMA LEITURA QUE RECOMENDO, " A REPÚBLICA DOS BUGRES"


Romance de conteúdo histórico escrito em 1999, pelo autor Ruy Tapioca, que narra, em tom bastante picaresco, desde a chegada da família real (fugidos da então tropa napoleônica, ao invador Portugal) ao Brasil até a instauração da República. Convidando o leitor a uma nova maneira de ver e interpretar nossa história enquanto povo, nação, memória. Romance editado pela Editora Rocco.

Pesquise em: http://www.livrariacultura.com.br
http://www.livrariasaraiva.com.br

A CORRIDA AO PODER!

Começa na terça-feira a propaganda eleitoral gratuita na tevê


A propaganda eleitoral gratuita dos mais de 380 mil candidatos que concorrerão aos 5.563 cargos de prefeito e 52.137 vagas de vereador nas eleições de 2008 começa a ser veiculada no rádio e na televisão nesta terça-feira e vai ao ar até o dia 2 de outubro, três dias antes do primeiro turno. Para prefeito e vice-prefeito, os programas serão transmitidos às segundas, quartas e sextas-feiras, em dois blocos de meia hora cada um. No rádio, das 7h às 7h30 e das 12h às 12h30; e na televisão, das 13h às 13h30 e das 20h30 às 21h. Os candidatos a vereador terão espaço para apresentar seus programas às terças, quintas-feiras e sábados, nos mesmos horários reservados aos prefeitos. No primeiro turno não haverá veiculação da propaganda eleitoral gratuita aos domingos, e as transmissões devem se basear no horário de Brasília.



Na tevê e na rádio, um terço desse tempo, dez minutos, é dividido igualitariamente entre todos os candidatos. Por determinação da Lei 11.300/06 (minirreforma eleitoral), os outros dois terços, que totalizam 20 minutos, serão divididos conforme a quantidade de deputados federais eleitos em 2006. Se houver coligação, somam-se os deputados eleitos de cada partido que a compõe. Além dos blocos, os candidatos a prefeito dividem, também, 30 minutos diários em forma de inserções de 15, 30 ou 60 segundos para divulgar a suas propagandas. As emissoras devem veicular as inserções ao longo da programação, entre as 8h e 24h.



Quem veicular propaganda que degrade ou ridicularize outros candidatos pode perder o tempo do próximo programa. Se houver ofensa à honra, moral e bons costumes, a Justiça Eleitoral ainda pode impedir a reapresentação da propaganda. Se houver punição e a conduta se repetir, a propaganda deste candidato pode ser suspensa temporariamente e o partido ou coligação pode ser punido com a perda de tempo equivalente ao dobro do usado na propaganda ilícita. Também é proibido usar montagens de áudio ou vídeo ou qualquer outro recurso que de alguma forma degrade ou ridicularize os adversários.



Não é permitido o uso do horário destinado à propaganda de prefeitos para exibir programa de vereadores e vice-versa. Entretanto, os vereadores podem exibir durante seus programas legenda com referência ao seu candidato a prefeito, bem como a foto deste fundo. Qualquer cidadão não filiado a outro partido ou integrante de outra coligação pode participar do programa em apoio aos candidatos, mas é vetado o pagamento de qualquer participação.



Da Agência O Globo

FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/politica/nota.asp?materia=20080816154111&assunto=115&onde=Politica

AINDA NO DIÁRIO DE PERNAMBUCO 18/08/2008

Mendonça mantém ritmo com o guia Apostas na TV // Após a fase só de campanha de rua, os candidatos a prefeito do Recife se preparam para guerra eletrônica pelo voto


O candidato Mendonça Filho (DEM) pretende manter o ritmo da campanha de rua depois do início da propaganda eleitoral gratuita amanhã. Segundo ele, o guia eleitoral servirá para massificar as propostas de governo para o Recife. "Nossa expectativa é de reforçar a mensagem que tem sido bem recebida pelo povo e consolidar uma posição na disputa", disse ontem após percorrer 2,5 quilômetros em uma caminhada na região do Ibura, Zona Sul da cidade.

O democrata ressaltou que é muito conhecido entre os eleitores do Recife, devido à sua trajetória política como deputado e como vice-governador do estado ao lado do atual senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) por sete anos e, posteriormente, como governador, quando disputou a reeleição em 2006. "Minha história será reavivada através do guia e os eleitores terão acesso às minhas propostas", frisou. Entre os quatro principais concorrentes à Prefeitura do Recife, Mendonça é o que terá o menor tempo de TV e rádio - serão três minutos e 58 segundos e oito inserções diárias. Ele acredita que é o suficiente para conquistar eleitores.

Durante a caminhada de ontem, Mendonça realizou dois rápidos discursos em pontos distintos, em Três Carneiros e em Monte Verde. Neles, criticou a gestão do prefeito João Paulo (PT), principalmente, a saúde e a educação, e apresentou propostas para essas áreas. Também disparou ataques ao adversário João da Costa (PT). "Tem candidato que representa o poder, aliás, ele só ressalta e vangloria os padrinhos (refere-se a João Paulo, o governador Eduardo Campos e ao presidente Lula) não apresenta propostas. E isso é pouco para quem quer administrar o Recife", alfinetou.

Em seguida, ressaltou que possui uma relação harmoniosa com os candidatos Carlos Eduardo Cadoca (PSC) e Raul Henry (PMDB). "Estamos no mesmo campo. Se algum deles estiver no segundo turno, não terei problemas em apoiá-los. Em Cadoca já votei uma vez e Raul trabalhou conosco no governo", discursou. À imprensa, depois, Mendonça explicou que há o candidato do governo e outros três candidatos que querem gerar alternativas de poder. Cadoca faz oposição local à prefeitura, apesar da aproximação do social-cristão ao presidente Lula e ao governador Eduardo Campos, e por isso, pode se tornar um futuro aliado.

FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/2008/08/18/politica1_0.asp

Li no Diário de Pernambuco 18/08/2008

Herdeiros pedem restituição de duas obras de Picasso a museus de Nova York

Imagem: Arquivo AFP PhotoBERLIM (AFP) - Os herdeiros do banqueiro judeu de Berlim Paul von Mendelssohn-Bartholdy pediram a restituição de dois quadros de Pablo Picasso a dois museus de Nova York, indicou o porta-voz da família à revista alemã Der Spiegel.

"É uma questão de justiça", explicou o historiador e porta-voz da família, Julius Schoeps, citado pela revista, que vai às bancas todas às segundas-feiras. Os herdeiros consideram que Paul von Mendelssohn-Bartholdy teve de se desfazer dos quadros durante o nazismo.

Os herdeiros pedem que o Museu de Arte Moderna (MoMA) devolva a obra "Jeune homme et cheval" e ao museu Guggenheim "Le moulin de la Galette", estimadas em 200 milhões de dólares cada, escreveu a Der Spiegel.

As duas instituições se negaram a devolver os quadros dos herdeiros e denunciaram Schoeps, informou a revista, indicando a abertura em breve de um processo judicial sobre este caso em Nova York.


Da AFP Paris

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/mundo/nota.asp?materia=20080818140257&assunto=18&onde=Mundo

FUNDAJ COMUNICA 18 a 24 DE AGOSTO

DESTAQUES

Fundaj promove curso Arte Contemporânea Fundamental
A Diretoria de Cultura da Fundaj realiza, de 20 a 22 de agosto, o curso Arte
Contemporânea Fundamental. O objetivo é promover uma iniciação à
produção artística contemporânea e observar as maneiras pelas quais
diferentes artes visuais dialogam entre si. As inscrições vão até terça-feira,
19 de agosto. Os interessados podem baixar aqui a ficha de inscrição e
envia-la para culturaeduc@fundaj.gov.br.
Para mais informações: (81)3073.6752.

Mostra de filmes na Fundaj celebra os 200 anos do Banco do Brasil
Em celebração aos 200 anos do Banco do Brasil, a Fundaj recebe a mostra
Inéditos no Recife, com filmes que nunca foram exibidos no circuito
comercial da cidade. O evento acontece de 11 a 15 e de 18 a 22 de agosto,
às 16h e 18h, na sala João Cardoso Ayres, Fundaj Derby. Confira a
programação completa aqui.

Seminário Permanente de Pesquisa e Atualização Científica acontece
nesta quarta
A Fundação Joaquim Nabuco, através da sua Diretoria de Pesquisas Sociais
promove, nesta quarta-feira (20/08), a terceira sessão em 2008 do Seminário
Permanente de Pesquisa e Atualização Científica - SEPAC, a partir das
14h30, na Sala Gilberto Osório da Fundaj Apipucos (R. Dois Irmãos, 92,
Apipucos, Recife/PE). O antropólogo Pedro Silveira, da Coordenação Geral
de Estudos Ambientais – CGEA, vai proferir a palestra Etnografia da
Paisagem: Natureza, Cultura e Hibridismo. O evento é aberto ao público.
Mais informações pelos fones (81)3073-6477e 9977-3339.

II Festival Internacional de Línguas e Literaturas Neolatinas acontece na
Aliança Francesa
Entre os dias 1º e 5 de setembro a Aliança Francesa do Recife sedia a
segunda edição do Festival Internacional de Línguas e Literaturas Neolatinas,
o FestLatino, que tem como tema este ano O PLANETA DA
NEOLATINIDADE: LÍNGUAS NEOLATINAS. O idealizador do evento é o
escritor Humberto França, chefe dos Projetos Especiais do Museu do
Homem do Nordeste, ligado à Diretoria de Documentação da Fundação
Joaquim Nabuco. A segunda edição do FestLatino homenageia Horácio
Castillo, da Academia Argentina de Letras. Informações: (81) 3073-6341.

AGENDE-SE

Exposições do Projeto Trajetórias 2008

Sérgio Vasconcelos e Daniel Murgel
Em cartaz de 17 de julho a 24 de agosto
Galerias Baobá e Massangana – Fundaj Casa Forte
Horários das visitas:
De terça a sexta: das 09h às 12h e das 14h às 17h
Sábados, domingos e feriados: das 14h às 17h.
Informações: (81) 3073.6692 e (81)3073.6691

Isabela Prado
Em cartaz de 07 de agosto a 14 de setembro
Galeria Vicente do Rego Monteiro
Horários das visitas:
De terça a domingo, das 15h às 20h
Informações: (81) 3073.6692

Cinema da Fundação

Segunda, 18 de agosto

16h40 – DO OUTRO LADO (Auf der anderen Seite, Alemanha, 2007), de Fatih
Akin. Com Nurgül Yesilçay, Baki Davrak e Hanna Schygulla. O diretor alemão
de origem turca Fatih Akin (Contra a Parede) une suas duas culturas neste
drama sobre pais e filhos e as muitas fronteiras que precisam ser
negociadas. O viúvo Ali apaixona-se por Yeter, uma prostituta. Ela conquista
o respeito do filho dele ao revelar que sustenta os estudos de uma filha, na
Turquia. A estudante, uma ativista política, virá para a Alemanha, onde
apaixona-se pela também estudante Lotte, de família alemã conservadora.
Melhor Roteiro Cannes 2007. Tela Plana / Dolby Digital / 14 anos / 122 mins /
em Digital

19h – TAXI PARA O DEVANEIO (Taxi to Daydream | 2006 | 12 minutos |
Ficção). Direção: Dirk Manthey, Ansgar Ahlers e Eder Augusto. Este curta
metragem foi filmado em duas partes: a primeira no Brasil por um diretor
alemão com uma equipe brasileira formada por aprendizes de cineastas
vindos das favelas de São Paulo; a segunda parte, em Kiel, na Alemanha,
pelo diretor Brasileiro Eder Augusto. O resultado é uma produção coletiva
que gira em torno das imagens de dois protagonistas, um em cada cidade,
em sua viagem de táxi. Durante a jornada, cada um deles assiste pela
janela a imagens do outro país. Taxi to Daydream foi produzido como parte
do Projeto Daydreams, que reúne autores em web design, produção de
cinema, roteirização, gerência, etc. A proposta é estimular a troca de idéias
entre profissionais de mídia de vários países, através de um fórum na
Internet (www.new-daydreams.com), visando à concretização de projetos
independentes através da colaboração destes profissionais em todo o
mundo. O filme recebeu o prêmio da TV Cultura no Festival de Curtas de
São Paulo de 2007. Sessão seguida de debate com o diretor Ansgar Ahlers.

20h – VINCENT | 2005 | 14 minutos C Ficção. Direção: Guido Ricciarelli. Aos
oito anos de idade, Vincent tenta entender o mundo imitando os adultos a
sua volta. Com sua lógica simples mas infalível, ele logo descobre que nem
sempre é prudente acreditar no que dizem ou fazem os mais velhos.
Vincent é filmado do ponto de vista da criança, o que permite que pequenos
detalhes sejam revelados aos poucos ao espectador. Este é o primeiro filme
do diretor milanês Guido Ricciarelli, que terminou os estudos na Alemanha,
país no qual trabalha atualmente como ator e produtor.
+
YELLA | 2007 | 88 minutos | Ficção. Direção: Christian Petzold. Yella é jovem
e bonita, mas decide fugir de um casamento falido e da falta de perspectivas
na sua cidade natal para se estabelecer em Hannover. Em oposição a seu
interior tumultuado, o comportamento frio e calculado da jovem acaba sendo
um trunfo nos negócios, e ela está a caminho do sucesso profissional. Esta
personalidade dual, no entanto, mantém a tensão do filme em alta, ainda mais
quando Yella começa a ser assombrada por seu ex-marido psicótico. O
personagem deu à atriz Nina Hoss um urso de prata no Festival de Berlim de
2007, e a indicação do diretor Christian Petzold para o urso de ouro no
mesmo ano. Ele (Petzold) merece ser comparado a Claude Chabrol, mas ao
mesmo tempo com algo muito distinto, e distintamente germânico, publicou
o jornal inglês The Guardian, que classificou Yella como um thriller
extremamente envolvente.

Terça, 19 de agosto

17h40 – DO OUTRO LADO (Auf der anderen Seite, Alemanha, 2007), de Fatih
Akin. Com Nurgül Yesilçay, Baki Davrak e Hanna Schygulla.

20h | MEUS PAIS (Meine Eltern | 2003 | 18 minutos | Ficção). Direção: Neele
Leana Vollmar. Uma jovem alemã tenta impressionar o novo namorado
fazendo os pais fingirem que têm um casamento perfeito – mas nada podia
estar tão longe da verdade. Para satisfazer a filha, no entanto, eles se
esforçam para parecer tudo o que não são: legais, liberais e perdidamente
apaixonados um pelo outro. Nesse enredo simples, a comédia romântica
que, quando o tema é amor, gerações diferentes têm muito mais em comum
do que gostariam de admitir. Ganhador de dez prêmios, dentre eles o de
melhor curta metragem no Festival Europeu de 2004.
+
PISCINA DAS PRINCESAS (Prinzessinnenbad | 2007 | 92 minutos |
Documentário). Direção: Bettina Blümer. O tema da adolescência já foi tratado
à exaustão pelo cinema de Hollywood, mas esta produção alemã encara o
assunto sob a ótica do documentário. Klara, Mina e Tanutscha, todas com 15
anos de idade, são amigas de infância e vivem no bairro berlinense de
Kreuzberg. Embora muito parecidas nos gostos e em como encaram o
cotidiano de festinhas e encontros no Prinzenbad (piscina do príncipe – uma
piscina pública a céu aberto bem no centro do bairro), as três têm histórias
familiares bem distintas, e lutam cada qual com seus próprios problemas na
passagem da infância para a vida adulta. As três buscam liberdade, amor e
realização, e se aferram a esta amizade como porto seguro contra o turbilhão
da adolescência. Princessinnenbad recebeu o prêmio da mostra Perspectiva
do Cinema Alemão no Festival de Berlim de 2007, além do Prêmio Ouro do
Cinema Alemão na categoria documentários, em 2008.
Assista ao trailer aqui: www.prinzessinnenbad.de

Quarta, 20 de agosto

17h40 – DO OUTRO LADO (Auf der anderen Seite, Alemanha, 2007), de Fatih
Akin. Com Nurgül Yesilçay, Baki Davrak e Hanna Schygulla.

20h | MOTODROM (Motodrom |2006 | 8 minutos | Documentário). Direção: Jörg
Wagner. As belíssimas imagens granuladas em preto-e-branco,
enquadramentos criativos, som e edição perfeitos valeram a Motodrom uma
menção honrosa na categoria curta metragem do festival de Sundance de
2007. O filme mostra um grupo de motoqueiros que arriscam a vida numa
torre circular, em cujas paredes internas praticam acrobacias inacreditáveis.
As expressões dos espectadores, a plasticidade e ao mesmo tempo a
monotonia dos movimentos foram captados de forma muito original neste filme
sem diálogos, cuja única trilha sonora é o ronco dos motores e os ruídos do
contato entre os pneus e a pista de apresentação.
+
UM AMIGO MEU (Ein Freund von mir | 2007 | 84 minutos | Ficção). Direção:
Sebastian Schipper. Astro de Adeus, Lênin! (Good bye, Lênin!, 2003) e
Edukators (Die fetten Jahre sind vorbei, 2004), o ator alemão Daniel Brühl
volta às telas brasileiras como o jovem matemático Karl, um tipo
introvertido e inseguro que alcança o sucesso profissional muito cedo mas,
incapaz de interagir normalmente com outras pessoas, leva a vida numa
indiferença total. Quando seu chefe o envia em uma tarefa diferente para
tentar tirá-lo do marasmo, Karl se vê frente a frente com Hans (Jürgen Vogel),
seu oposto em temperamento. O filme conta a história dessa amizade
improvável e a busca de Karl por uma vida menos ordinária. Ein Freund von
mir agradou às platéias da Europa pelas situações engraçadas na interação
entre Brühl e Vogel, bem como pela trama – no fundo, uma história de amor.
A atriz coadjuvante Sabine Timoteo (Stella) recebeu o Prêmio Ouro do
Cinema Alemão por este trabalho. O filme foi produzido por Tom Tykwer,
diretor de Corra Lola, Corra (Lola rennt, 1998), no qual Sebastian Schipper
fez uma ponta como ator. Assista ao trailer aqui: www.einfreundvonmir.de

Quinta, 21 de agosto

17h40 – DO OUTRO LADO (Auf der anderen Seite, Alemanha, 2007), de Fatih
Akin. Com Nurgül Yesilçay, Baki Davrak e Hanna Schygulla.

20h | EGO SUM ALPHA ET OMEGA (Ego Sum Alpha et Omega | 2005 | 7
minutos | Animação). Direção: Jan-Peter Méier. Do nada, o personagem Ego
Sum é jogado em um mundo diferente do seu e precisa se a mbientar. Até
que consiga encontrar o seu caminho, ele já terá se tornado igual aos outros
habitantes, em aparência e no comportamento apático. Este filme é o
projeto de conclusão de curso do diretor Jan-Peter Méier na Escola Superior
de Arte de Kassel. É dele também a produção, o roteiro e a animação. Os
desenhos simples em preto-e-branco chapado lembram o estilo das histórias
em quadrinhos, embora o curta tenha alguns gráficos em 3D.
+
CAES DE CAÇA (Jagdhunde | 2007 | 86 minutos | Ficção). Direção: Ann-Kristin
Reyes. Lars é um jovem de 16 anos que vive num isolamento duplo: primeiro,
por morar em uma fazenda afastada de tudo no interior da Alemanha; segundo,
por manter um relacionamento frio com seu pai, com quem vive, mas raramente
se comunica. A sensação de solidão fica ainda pior quando Lars descobre que
o pai está tendo um caso com a tia Jena, e a mãe aparece de repente com seu
próprio amante. Jagdhunde é um drama sobre família, sobre distância e
aproximação. A diretora Ann-Kristin Reyes escolheu a locação a dedo. Em toda
a Alemanha, não há lugar mais solitário, e você pode ver e sentir isso em todas
as imagens. A paisagem é muito importante para o clima do filme, definiu.

OBS.: A grade de programação do Cinema da Fundação obedece à disponibilidade das
distribuidoras dos filmes, por isso é fechada semanalmente sempre às quintas-feiras. Para acessar
a programação do cinema na sexta, sábado e domingo, consulte a agenda do site da Fundaj em
www.fundaj.gov.br.

Cinema da Fundação Rua Henriques Dias, 609 - Derby

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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

ALGUMAS PALAVRAS

Caros leitores do blog ESCRIBENS, segue, logo abaixo, quatro postagens que considero ser de grande importância humanística de âmbitos sociais, políticos e culturais sobre a História da Arte no Brasil, Histporia da Literatura no Brasil, História da Ciência Política e sobre o Teatro, desde o surgimento na antiga Grécia. Acredito que a literatura, bem como a pintura e suas mais diversas manifestações em linguagem tem a capacidade de , digamos assim, "promover o ser"; promover no sentido de possibilitar a todos nós, uma nova maneira de questionamento sobre o que somos e, principamente, refletir a questão de nossos papéis sociais enquanto pessoas inseridas numa dada sociedade (política).
Distante de qualquer pretenção de cunho ciêntífico ou muito menos acadêmico, fiz uma rápida pesquisa aludindo os temas supracitados, não que seja, ou possa ser considerados de menor valor, mas tendo em vista que o veículo a ser usado se trata de um blog, minha pretenção é tão somente instigar o leitor de forma despretenciosa ou rígida no que tange às regras e normas acadêmicas, podendo assim facilitar a leitura e o perscrutar de maneira mais simplória e independente a cada um de vocês leitores.

Rafael Furtado

O TEATRO

Teatro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

O Teatro da cidade de Metz (França).A palavra teatro define tanto o prédio onde podem se apresentar várias formas de artes quanto uma determinada forma de arte.

O vocábulo grego Théatron estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vê". Entretanto o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente aos espectadores, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Ele surgiu, supõe-se, na Grécia antiga, no século IV a.C..

Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, e nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço.

O teatro é uma arte em que um ator, ou conjunto de atores, interpreta uma história ou atividades, com auxílio de dramaturgos, diretores e técnicos, que têm como objetivo apresentar uma situação e despertar sentimentos no público
[editar] História do teatro
Ver artigo principal: História do teatro

[editar] Grécia antiga

O antigo teatro de Delfos,(Grécia).A consolidação do teatro, enquanto espetáculo, na Grécia antiga deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dionísio. A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões.

Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os "diretores de coro" (os organizadores das procissões).

Nas procissões, os participantes se embriagavam, cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio. Em procissões urbanas, se reuniam aproximadamente vinte mil pessoas, enquanto que em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as festas eram menores.

O primeiro diretor de coro foi Téspis, que foi convidado pelo tirano Préstato para dirigir a procissão de Atenas. Téspis desenvolveu o uso de máscaras para representar pois, em razão do grande número de participantes, era impossível todos escutarem os relatos, porém podiam visualizar o sentimento da cena pelas máscaras.

O "Coro" era composto pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças, relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o ator e a platéia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a conclusão da peça. Também podia haver o "Corifeu", que era um representante do coro que se comunicava com a platéia.

Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao subir em um "tablado" (Thymele – altar), para responder ao coro, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro (hypócrites). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o primeiro ator grego.

[editar] Autores
Os tragediógrafos
Muitas das tragédias escritas se perderam e, na atualidade, são três os tragediográfos conhecidos e considerados importantes: Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.

Ésquilo (525 a 456 a.C.. aproximadamente)

Principal texto: Prometeu acorrentado.
Tema principal que tratava: contava fatos sobre os deuses e os mitos.
Sófocles (496 a 406 a.C. aproximadamente)

Principal texto: Édipo Rei.
Tema principal que tratava: as grandes figuras reais.
Eurípedes (484 a 406 a.C aproximadamente)

Principal texto: As troianas
Tema principal que tratava: dos renegados, dos vencidos (pai do drama ocidental)
Os comediógrafos
Aristófanes (445 a.C. – 386 a.C.)

Dramaturgo grego considerado o maior representante da comédia grega clássica.
Menandro (c. 342 a.C. - 291 a.C.)

[editar] Ver também
As comédias de Plauto e Terêncio, comediógrafos romanos da antiguidade.


[editar] Teatro no Brasil
Ver artigo principal: Teatro do Brasil
O teatro no Brasil surgiu no século XVI, tendo como motivo a propagação da fé religiosa. Dentre uns poucos autores, destacou-se o padre José de Anchieta, que escreveu alguns autos (antiga composição teatral) que visavam a catequização dos indígenas, bem como a integração entre portugueses, índios e espanhóis. Exemplo disso é o Auto de São Lourenço, escrito em tupi-guarani, português e espanhol.

Um hiato de dois séculos separa a atividade teatral jesuítica da continuidade e desenvolvimento do teatro no Brasil. Isso porque, durante os séculos XVII e XVIII, o país esteve envolvido com seu processo de colonização e em batalhas de defesa de território. Foi a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, que trouxe inegável progresso para o teatro, consolidado pela Independência, em 1822.

O ator João Caetano formou, em 1833, uma companhia brasileira. Seu nome está vinculado a dois acontecimentos fundamentais da história da dramaturgia nacional: a estréia, em 13 de março de 1838, da peça Antônio José ou O Poeta e a Inquisição, de autoria de Gonçalves de Magalhães, a primeira tragédia escrita por um brasileiro e a única de assunto nacional; e, em 4 de outubro de 1838, a estréia da peça O Juiz de Paz na Roça, de autoria de Martins Pena, chamado na época de o "Molière brasileiro", que abriu o filão da comédia de costumes, o gênero mais característico da tradição cênica brasileira.

Gonçalves de Magalhães, ao voltar da Europa em 1867, introduziu no Brasil a influência romântica, que iria nortear escritores, poetas e dramaturgos. Gonçalves Dias (poeta romântico) é um dos mais representativos autores dessa época, e sua peça Leonor de Mendonça teve altos méritos, sendo até hoje representada. Alguns romancistas, como Machado de Assis, Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar, e poetas como Álvares de Azevedo e Castro Alves, também escreveram peças teatrais no século XIX.

O século XX despontou com um sólido teatro de variedades, mescla do varieté francês e das revistas portuguesas. As companhias estrangeiras continuavam a vir ao Brasil, com suas encenações trágicas e suas óperas bem ao gosto refinado da burguesia. O teatro ainda não recebera as influências dos movimentos modernos que pululavam na Europa desde fins do século anterior.

Os ecos da modernidade chegaram ao teatro brasileiro na obra de Oswald de Andrade, produzida toda na década de 1930, com destaque para O Rei da Vela, só encenada na década de 1960 por José Celso Martinez Corrêa. É a partir da encenação de Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, que nasce o moderno teatro brasileiro, não somente do ponto-de-vista da dramaturgia, mas também da encenação, e em pleno Estado Novo.

Surgiram grupos e companhias estáveis de repertório. Os mais significativos, a partir da década de 1940, foram: Os Comediantes, o TBC, o Teatro Oficina, o Teatro de Arena, o Teatro dos Sete, a Companhia Celi-Autran-Carrero, entre outros.

Quando tudo parecia ir bem com o teatro brasileiro, a ditadura militar veio impor a censura prévia a autores e encenadores, levando o teatro a um retrocesso produtivo, mas não criativo. Prova disso é que nunca houve tantos dramaturgos atuando simultaneamente.

Com o fim do regime militar, no início da década de 1980, o teatro tentou recobrar seus rumos e estabelecer novas diretrizes. Surgiram grupos e movimentos de estímulo a uma nova dramaturgia.


[editar] Teatro em Portugal
Gil Vicente
(1465 – 1536?) É considerado o fundador do teatro português, no século XVI. Este, na sua Farsa dos Almocreves, em 1526, fala do Brasil.

António Ferreira
(Lisboa, 1528 – 1569) Estudou em Coimbra e também foi o discípulo mais famoso de Sá de Miranda, tendo sido um dos impulsionadores da cultura renascentista em Portugal. Escreveu em 1587 a primeira tragédia do classicismo renascentista português, Castro, inspirada nos amores de D. Pedro I e D. Inês de Castro, traduzida para o inglês em 1597, e posteriormente, para o francês e o alemão.

D. José, rei de Portugal
Seguindo as instruções de seu pai, inaugurou em Lisboa, a 2 de Abril de 1755, o Teatro Real do Paço da Ribeira (no Terreiro do Paço), mais conhecido por Ópera do Tejo, situado junto ao rio do mesmo nome, num espaço entre os actuais Terreiro do Paço (Praça do Comércio) e Cais do Sodré. Seria a estrutura mais luxuosa e inovadora do género na Europa, que cairia totalmente por terra com o terrível Terramoto de 1755 e contando apenas sete meses de vida.

Almeida Garrett
(Porto, 1799 – Lisboa, 1854) Foi um proeminente escritor e dramaturgo romântico, que fundou o Conservatório Geral de Arte Dramática, edificou o Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa e organizou a Inspecção-Geral dos Teatros, revolucionando por completo a política cultural portuguesa a partir de 1836, no rescaldo das Guerras Liberais. Frei Luís de Sousa é a sua obra maior.

Outros
Já no século XX encontram-se grandes nomes da literatura portuguesa a escrever para teatro, como é o caso de Júlio Dantas, Raúl Brandão e José Régio. Às portas da década de 1960, o contexto político fomentou uma nova literatura de intervenção, que se estendeu aos palcos através dos nomes de Bernardo Santareno, Luiz Francisco Rebello, José Cardoso Pires e Luís de Sttau Monteiro, que produziram grandes e intensas obras.

Neste momento existe em Portugal um teatro que se renova constantemente e que prima pela sua abundante diversidade, apesar do fraco investimento por parte do Ministério da Cultura e das fracas condições com que a maior parte dos artistas ainda trabalha. São vários os grupos que se têm destacado na cena contemporânea portuguesa: Casa Conveniente, Teatro Praga, Cão Solteiro, As Boas Raparigas, Teatro da Garagem, Teatro Meridional, Sensurround, Assédio e A Escola da Noite). Esses grupos têm renovado um panorama que até a década de 1990 era ainda dominado pelos encenadores carismáticos dos grupos independentes da década de 1970, como Luís Miguel Cintra (Teatro da Cornucópia), João Mota (Comuna - Teatro de Pesquisa), Jorge Silva Melo (Artistas Unidos) e Joaquim Benite (Companhia de Teatro de Almada), que são ainda detentores da maior parte dos subsídios atribuídos pelo Ministério da Cultura.

Destaca-se ainda as companhias de teatro que desenvolvem um trabalho de itinerância por todo o território do país, como são os casos do Teatro ACERT (Tondela), do Teatro da Serra do Montemuro (Castro Daire), o Grupo Cultural e Recreativo de Rossas (Arouca), Pim teatro (Évora), Urze-Teatro (Vila Real), Teatro das Beiras (Covilhã), Entretanto Teatro (Valongo), Teatro do Mar (Sines) entre outros. Estas companhias que trabalham com inúmeras dificuldades, em particular ao nível das condições técnicas, representam uma parte bastante reduzida do orçamento do Ministério da Cultura.

Com grande divulgação encontra-se o Festival Alkantara, Festival de Almada, FITEI (Porto), Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia Maia e Citemor (Montemor-O-Velho), entre outros, que acolhem o que de melhor se faz em teatro em Portugal e no mundo inteiro.


[editar] Gêneros teatrais
Auto
Comédia
Drama
Farsa
Melodrama
Melodrama no teatro
Ópera
Monólogo
Musical
Revista
Stand-up comedy
Surrealismo
Tragédia
Tragicomédia
Teatro infantil
Teatro de feira
Teatro de rua
Teatro invisível
Teatro de fantoches
Teatro de sombras
Teatro lambe-lambe

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro

HISTÓRIA DA CIÊNCIA POLÍTICA

A política surge na Grécia clássica, período da história humana no qual o pensar mítico é fagocitado pelo pensar racional. Vários foram os fatores que deram origem à política. O surgimento da pólis (cidade-estado) é o elemento norteador para que a política fosse criando suas bases no mundo grego, e assim, nas cidades, nascesse a grande preocupação em como administrar bem a pólis.

A obra de Hesíodo "O Trabalho e os dias" - é uma boa leitura que podemos fazer para percebemos que o surgimento da política no mundo grego eclodiu de maneira complexa pelos ideais de homens e sociedades pensadas pelos filósofos.

Atenas e Esparta são exemplos de cidades-estados que tinham administração política divergentes, uma vez que os ideais de homem são diferentes: Esparta dá ênfase à força física, formando bons soldados; Atenas, onde nasceu a democracia, o enfoque é uma administração que busque contemplar outras dimensões do individuo, como a arte, a música, a literatura dentre outros aspectos. Assim, podemos compreender que a Politica já surge obedecendo aos interesses de umas poucas cabeças.

Platão, vendo que a política ideal está defeituosa, tem a preocupação em dizer que quem estava bem preparado para Governar as cidades seriam os filósofos e os reis, visto que ambos usavam a alma racional. Vale salientar aqui que Platão via no homem três almas: A alma racional, típica dos filósofos e reis, pois esta se localizava na cabeça; a alma toráxica, predominante nos Guerreiros e alma visceral, presente nos escravos.

Aristóteles, através de suas obras "Política" e "Ética a Nicômaco" vai esboçar um novo tipo de política, principalmente por suas idéias de participação popular e por defender que toda boa política deve visar sempre ao bem comum. Há de se dizer, também, que Aristóteles questionou as formas de Governo da época, mostrando de maneira contundente suas falhas. Enfim, a política na Grécia antiga nasceu pela necessidade de administrar as cidades. De pólis surgiu a política.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Pol%C3%ADtica

BREVE HISTÓRIA DA LITERATURA NO BRASIL

Literatura Brasileira
História da literatura brasileira, Escolas Literárias do Brasil, Quinhentismo, Barroco, Arcadismo,
Romantismo, Realismo, Parnasianismo, Simbolismo, Modernismo, Neo-realismo


Padre José de Anchieta: representante do início da literatura brasileira

Quinhentismo (século XVI)
Representa a fase inicial da literatura brasileira, pois ocorreu no começo da colonização. Representante da Literatura Jesuíta ou de Catequese, destaca-se Padre José de Anchieta com seus poemas, autos, sermões cartas e hinos. O objetivo principal deste padre jesuíta, com sua produção literária, era catequizar os índios brasileiros. Nesta época, destaca-se ainda Pero Vaz de Caminha, o escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral. Através de suas cartas e seu diário, elaborou uma literatura de Informação ( de viagem ) sobre o Brasil. O objetivo de Caminha era informar o rei de Portugal sobre as características geográficas, vegetais e sociais da nova terra.



Barroco ( século XVII )
Essa época foi marcada pelas oposições e pelos conflitos espirituais. Esse contexto histórico acabou influenciando na produção literária, gerando o fenômeno do barroco. As obras são marcadas pela angústia e pela oposição entre o mundo material e o espiritual. Metáforas, antíteses e hipérboles são as figuras de linguagem mais usadas neste período. Podemos citar como principais representantes desta época: Bento Teixeira, autor de Prosopopéia; Gregório de Matos Guerra ( Boca do Inferno ), autor de várias poesias críticas e satíricas; e padre Antônio Vieira, autor de Sermão de Santo Antônio ou dos Peixes.

Neoclassicismo ou Arcadismo ( século XVIII )
O século XVIII é marcado pela ascensão da burguesia e de seus valores. Esse fato influenciou na produção da obras desta época. Enquanto as preocupações e conflitos do barroco são deixados de lado, entra em cena o objetivismo e a razão. A linguagem complexa é trocada por uma linguagem mais fácil. Os ideais de vida no campo são retomados ( fugere urbem = fuga das cidades ) e a vida bucólica passa a ser valorizada, assim como a idealização da natureza e da mulher amada. As principais obras desta época são: Obra Poética de Cláudio Manoel da Costa, O Uraguai de Basílio da Gama, Cartas Chilenas e Marília de Dirceu de Tomás Antonio Gonzaga, Caramuru de Frei José de Santa Rita Durão.

Romantismo ( século XIX )
A modernização ocorrida no Brasil, com a chegada da família real portuguesa em 1808, e a Independência do Brasil em 1822 são dois fatos históricos que influenciaram na literatura do período. Como características principais do romantismo, podemos citar : individualismo, nacionalismo, retomada dos fatos históricos importantes, idealização da mulher, espírito criativo e sonhador, valorização da liberdade e o uso de metáforas. As principais obras românticas que podemos citar : O Guarani de José de Alencar, Suspiros Poéticos e Saudades de Gonçalves de Magalhães, Espumas Flutuantes de Castro Alves, Primeiros Cantos de Gonçalves Dias. Outros importantes escritores e poetas do período: Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Junqueira Freire e Teixeira e Souza.

Realismo - Naturalismo ( segunda metade do século XIX )
Na segunda metade do século XIX, a literatura romântica entrou em declínio, juntos com seus ideais. Os escritores e poetas realistas começam a falar da realidade social e dos principais problemas e conflitos do ser humano. Como características desta fase, podemos citar : objetivismo, linguagem popular, trama psicológica, valorização de personagens inspirados na realidade, uso de cenas cotidianas, crítica social, visão irônica da realidade. O principal representante desta fase foi Machado de Assis com as obras : Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro e O Alienista. Podemos citar ainda como escritores realistas Aluisio de Azedo autor de O Mulato e O Cortiço e Raul Pompéia autor de O Ateneu.

Parnasianismo ( final do século XIX e início do século XX )
O parnasianismo buscou os temas clássicos, valorizando o rigor formal e a poesia descritiva. Os autores parnasianos usavam uma linguagem rebuscada, vocabulário culto, temas mitológicos e descrições detalhadas. Diziam que faziam a arte pela arte. Graças a esta postura foram chamados de criadores de uma literatura alienada, pois não retratavam os problemas sociais que ocorriam naquela época. Os principais autores parnasianos são: Olavo Bilac, Raimundo Correa, Alberto de Oliveira e Vicente de Carvalho.

Simbolismo ( fins do século XIX )
Esta fase literária inicia-se com a publicação de Missal e Broquéis de João da Cruz e Souza. Os poetas simbolistas usavam uma linguagem abstrata e sugestiva, enchendo suas obras de misticismo e religiosidade. Valorizavam muito os mistérios da morte e dos sonhos, carregando os textos de subjetivismo. Os principais representantes do simbolismo foram: Cruz e Souza e Alphonsus de Guimaraens.

Pré-Modernismo ( 1902 até 1922 )
Este período é marcado pela transição, pois o modernismo só começou em 1922 com a Semana de Arte Moderna. Está época é marcada pelo regionalismo, positivismo, busca dos valores tradicionais, linguagem coloquial e valorização dos problemas sociais. Os principais autores deste período são: Euclides da Cunha (autor de Os Sertões), Monteiro Lobato, Lima Barreto, autor de Triste Fim de Policarpo Quaresma e Augusto dos Anjos.

Modernismo ( 1922 a 1930 )
Este período começa com a Semana de Arte Moderna de 1922. As principais características da literatura modernista são : nacionalismo, temas do cotidiano (urbanos) , linguagem com humor, liberdade no uso de palavras e textos diretos. Principais escritores modernistas : Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Cassiano Ricardo, Alcântara Machado e Manuel Bandeira.

Neo-Realismo ( 1930 a 1945 )
Fase da literatura brasileira na qual os escritores retomam as críticas e as denúncias aos grandes problemas sociais do Brasil. Os assuntos místicos, religiosos e urbanos também são retomados. Destacam-se as seguintes obras : Vidas Secas de Graciliano Ramos, Fogo Morto de José Lins do Rego, O Quinze de Raquel de Queiróz e O País do Carnaval de Jorge Amado. Os principais poetas desta época são: Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade e Cecilia Meireles.

fONTE: http://www.suapesquisa.com/literaturabrasil/

BREVE HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Arte brasileira)
Ir para: navegação, pesquisa


A Primeira Missa no Brasil (1861), pintura de Victor Meirelles. Museu Nacional de Belas ArtesArte brasileira é o termo utilizado para designar toda e qualquer forma de expressão artística produzida no Brasil, desde a época pré-colonial até os dias de hoje. Dentro desta ampla definição, estão compreendidas as primeiras produções artísticas da pré-história brasileira e as diversas formas de manifestações culturais indígenas, bem como a arte do período colonial, de inspiração barroca, e os registros pictóricos de viajantes estrangeiros em terras brasileiras. Com a chegada da Missão Artística Francesa no século XIX, ensaia-se pela primeira vez a criação de uma escola nacional de arte, consolidada por meio do estabelecimento da Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Posteriormente, sob a influência do expressionismo europeu, o Brasil assistirá ao desenvolvimento do modernismo, que será progressivamente incorporado ao gosto da sociedade e da arte oficial, até que a assimilação das novas tendências surgidas no pós-guerra contribua para o florescimento da arte contemporânea brasileira.

As mais antigas manifestações de pinturas rupestres no Brasil encontram-se na serra da Capivara, no Piauí[1], datando de cerca de 13000 a.C. Em Pedra Pintada, na Paraíba, foram encontradas pinturas com cerca de 11 mil anos de idade e, em Minas Gerais, chamam atenção os registros de arte rupestre localizados em várias cavernas do vale do Peruaçu, que se distinguem por seus raros desenhos de padrões geométricos, executados entre 2.000 e 10.000 anos atrás. São igualmente dignas de menção as pinturas de animais descobertas em grutas calcárias no vale do rio das Velhas, em Lagoa Santa, Minas Gerais[2].

Na documentação arqueológica brasileira, predominam o uso de materiais como osso, chifre, pedra e argila, para a confecção de objetos utilitários (recipientes, agulhas, espátulas, pontas de projétil), adornos (pingentes e contas de colar) e cerimoniais, atestando uma preocupação estética observável, sobretudo, na extraordinária variação de formas geométricas e no tratamento das superfícies e dos retoq

Do período entre 5000 a.C. e 1100, há vestígios de culturas amazônicas com alto grau de sofisticação na fabricação e decoração de artefatos de cerâmica, como as da ilha de Marajó e da bacia do rio Tapajós, onde se registra a presença de complexos vasos antropomorfos e zoomorfos, com suportes e apliques ornamentais. Ainda no contexto amazônico, são dignos de nota as estatuetas de terracota, sobretudo com representações femininas e de animais, e os objetos de pedra, como os pingentes representando batráquios (muiraquitãs)[4].

São igualmente importantes as cerâmicas encontradas na costa maranhense (tradição Mina, c. 3200 a.C.) e no litoral baiano (tradição Periperi, c. 880 a.C.), com difusão ampla e diversificada, atingindo certas áreas meridionais já em plena era cristã. Mais simples em sua composição do que as cerâmicas amazônicas, essas peças sobressaem pela diversidade de técnicas decorativas, que vão da pintura, incisão e excisão até o escovamento, corrugação, ungulação, etc[3].

De forma genérica, a arte plumária indígena e a pintura corporal atingem grande complexidade em termos de cor e desenho, utilizando penas e pigmentos vegetais como matéria-prima. Por fim, destaca-se a confecção de adornos peitorais, labiais e auriculares, encontrados em diversas culturas diferentes espalhadas por todo o território brasileiro

Referências
↑ Vários, in Almanaque Abril 2007. São Paulo: Abril, 2007, p. 234.
↑ Martins, Simone B. & Imbroisi, Margaret H. (1998). História da Arte (on line), 2 de março de 2008. [1]
↑ 3,0 3,1 Vários. Grande

fONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_brasileira

quinta-feira, 17 de julho de 2008

A você!!!! HAVE YOU EVER SEEN THE RAIN, BY REM

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

JE NE VEUX PAS TRAVAILLER - BY EDITH PIAF

Ma chambre a la forme d'une cage
Le soleil passe son bras par la fenêtre
Les chasseurs à ma porte
Comme les petits soldats
Qui veulent me prendre

Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement oublier
Et puis je fume

Déjà j'ai connu le parfum de l'amour
Un million de roses
N'embaumeraient pas autant
Maintenant une seule fleur
Dans mes entourages
Me rend malade

Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement oublier
Et puis je fume

Je ne suis pas fière de ça
Vie qui veut me tuer
C'est magnifique
Être sympathique
Mais je ne le connais jamais

Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement oublier
Et puis je fume

Je ne suis pas fière de ça
Vie qui veut me tuer
C'est magnifique
Être sympathique
Mais je ne le connais jamais

Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement oublier
Et puis je fume

Não Quero Trabalhar

Meu quarto parece uma gaiola
O sol passa o braço dele pela janela
Os cassadores na porta
Igual os soldados
Querem me pegar

{Refrã:}
Não quero trabalhar
Não quero almoçar
So quero esquecer
E então fumo

Jà cherei o perfume do amor
Um milhão de rosas
Nao perfumam tanto
Agora uma flor
No meu ambiente
Me deixa loca

{ao Refrão}

Eu não sinto orgulho disso
Que vive quem quer me matar
é lindo
Ser simpatico
Mais eu nunca o conheço

{ao Refrão}

Eu não sinto orgulho disso
Que vive quem quer me matar
é lindo
Ser simpatico
Mais eu nunca o conheço

{ao Refrão}

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

PESQUISA

Olá, recebi, agora há pouco, um e-mail que acredito ser interessante compartilhar com vocês. A orígem do e-mail eu desconheço, bem como a autoria. Mas vale a pena ler e pensarmos um pouco a respeito do tema.
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Pesquisa Fracassada:
-
A ONU (Organização das Nações Unidas) resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo. Enviou uma carta para o representante de cada país com a seguinte pergunta:
-
"Por favor, diga honestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".
-
A pesquisa foi um grande fracasso. Sabe por quê?
-
Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez".
Os africanos não sabiam o que era "alimento".
Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião".
Os argentinos mal sabem o significado de "por favor".
Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo".
O congresso brasileiro está até agora debatendo o que é "honestamente".

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

O LADO QUE TODOS NÓS SABEMOS EXISTIR MAS NADA FAZEMOS POR ELE!

SEM COMENTÁRIOS!



O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Consci%C3%AAncia_Negra



O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Apesar das várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nos últimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele mantinha escravos particulares) o Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.
A semana dentro da qual está o dia 20 de novembro também recebe o nome de Semana da Consciência Negra.

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Um pouco mais de Literatura, Artes Plásticas, Política e Economia

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